LEISHMANIOSE MATA!

CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO E PREVENÇÃO DA LEISHMANIOSE.

segunda-feira, 30 de julho de 2012


Especialista alerta sobre a leishmaniose visceral canina e apresenta dicas que auxiliam na prevenção
Doença está presente em quase todo o País e ameaça a saúde dos animais e dos seres humanos

A disseminação da leishmaniose visceral canina (LVC) é uma realidade em várias regiões brasileiras. Considerada uma doença infecciosa de caráter crônico, a leishmaniose visceral (LV) pode afetar animais e humanos, o que a torna uma das principais zoonoses mundiais, com casos notificados em 88 países, distribuídos em quatro continentes. No Brasil, a LV apresenta uma ampla distribuição geográfica, além de ser uma ameaça presente durante todo o ano, em todas as regiões do País.
Confira abaixo as cinco principais dúvidas que envolvem a LVC e alguns métodos que auxiliam na prevenção da doença, comentados pelo Dr. Vitor Márcio Ribeiro, PHD em Parasitologia e Professor de doenças infectocontagiosas na Escola de Veterinária da PUC Minas.

1. O que é leishmaniose visceral canina (LVC) e qual o principal transmissor da doença?
Dr. Victor Márcio Ribeiro: A LVC é uma doença transmitida pelo flebotomíneo Lutzomyia longipalpis, um pequeno inseto alado conhecido popularmente como Mosquito Palha, Cangalhinha ou Birigui, que quando infectado com o protozoário Leishmania infantum, o dissemina para diversos hospedeiros. O cachorro é considerado o principal hospedeiro em ambientes urbanos, entretanto, animais silvestres, gatos e até mesmo o homem podem ser infectados. Segundo dados epidemiológicos do Ministério da Saúde, na última década foram registrados mais de 34 mil casos humanos no país, sendo observados o aumento da taxa de letalidade e a disseminação para novas áreas, incluindo as urbanas, tornando a doença um grave problema de saúde pública no Brasil.

2. Quais são os principais sintomas observados nos animais afetados pela LVC?
Dr. Victor Márcio Ribeiro: É importante salientar que cerca de 60% dos animais infectados não apresentam sintomas. Nos sintomáticos podem ser observadas desde lesões na pele, como descamação e feridas na região do focinho, cotovelo, orelhas e cauda, até sintomas sistêmicos, como apatia, perda de peso, crescimento anormal das unhas, alterações oculares (conjuntivites, inflamações da córnea e pálpebras), artrites, diarreias, vômitos e sangramento intestinal. Nos casos mais graves, pode ocorrer o comprometimento de rins, baço e fígado. Em qualquer dessas situações, a consulta com um especialista médico veterinário se torna essencial.

3. Como a LVC é diagnosticada?
Dr. Victor Márcio Ribeiro: Muitos animais podem estar infectados e não manifestar sintomas. Isso ocorre quando o animal é resistente ao protozoário ou quando a doença está em período de incubação. O diagnóstico só pode ser confirmado por meio de exames laboratoriais, que são solicitados pelo médico veterinário especializado. Somente o médico veterinário esta apto a avaliar o estado de saúde do animal e a interpretar os exames realizados. 
4. Meu animal foi diagnosticado com a LVC. E agora?
Dr. Victor Márcio Ribeiro: Para evitar a disseminação dos focos da doença no país e a consequente contaminação dos animais, é importante que os proprietários mantenham atitudes preventivas. Uma delas é a utilização de inseticidas específicos no ambiente ou diretamente nos cães. Entre os inseticidas centrados nos cães, podemos citar o Advantage® Max3, da Saúde Animal da Bayer HealthCare. Esse produto, à base de permetrina, repele o inseto e protege o cão da picada, evitando assim que ele seja infectado. Esse e outros produtos disponíveis no mercado, além da repelência ao inseto transmissor da Leishmania infantum, o que impede as suas picadas, também podem possuir eficácia contra pulgas e carrapatos.

Outras ações preventivas podem minimizar os riscos de transmissão, como por exemplo, evitar passear com o animal ao amanhecer, final da tarde ou durante a noite, períodos em que há maior atividade do inseto transmissor; colocar telas protetoras especiais contra flebotomíneos (seus orifícios são a metade do tamanho usados na proteção contra os mosquitos) em portas e janelas e, nos quintais, retirar matéria orgânica, como raízes, frutas e folhas de plantas no solo, a fim de eliminar criadouros desses insetos. Todas essas ações preventivas minimizam os riscos de contágio do animal, especialmente nas cidades com grande número de casos registrados. No Brasil, também há vacinas que auxiliam na proteção dos cães.

E lembre-se, sempre procure um médico veterinário antes de qualquer decisão sobre a doença. Somente este profissional compreende o quanto o animal é precioso e importante em sua vida.

5. Existem formas de prevenir a contaminação do animal?
Dr. Victor Márcio Ribeiro: Para evitar a disseminação dos focos da doença no país e a consequente contaminação dos animais, é importante que os proprietários mantenham atitudes preventivas. Uma delas é a utilização de inseticidas específicos no ambiente ou diretamente nos cães. Entre os inseticidas centrados nos cães, podemos citar o Advantage® Max3, da Saúde Animal da Bayer HealthCare. Esse produto, à base de permetrina, repele o inseto e protege o cão da picada, evitando assim que ele seja infectado. Esse e outros produtos disponíveis no mercado, além da repelência ao inseto transmissor da Leishmania infantum, o que impede as suas picadas, também podem possuir eficácia contra pulgas e carrapatos.

Outras ações preventivas podem minimizar os riscos de transmissão, como por exemplo, evitar passear com o animal ao amanhecer, final da tarde ou durante a noite, períodos em que há maior atividade do inseto transmissor; colocar telas protetoras especiais contra flebotomíneos (seus orifícios são a metade do tamanho usados na proteção contra os mosquitos) em portas e janelas e, nos quintais, retirar matéria orgânica, como raízes, frutas e folhas de plantas no solo, a fim de eliminar criadouros desses insetos. Todas essas ações preventivas minimizam os riscos de contágio do animal, especialmente nas cidades com grande número de casos registrados.

Sobre Advantage® Max3
A Saúde Animal da Bayer HealthCare disponibiliza no mercado o produto Advantage® Max3, que possui ação repelente contra inseto transmissor da leishmaniose impedindo as picadas, sendo ainda altamente eficaz contra pulgas e carrapatos. A ação do produto dura até quatro semanas, sendo importante uma nova aplicação da pipeta após este período para garantir a sua eficácia. Em regiões endêmicas de leishmaniose é recomendado reaplicar o produto a cada três semanas.

Sobre a Saúde Animal, da Bayer HealthCare
Proteger os animais e beneficiar as pessoas. É com esta missão que a Bayer pesquisa e desenvolve desde 1919 produtos farmacêuticos e de higiene para uso veterinário tanto para animais de companhia, quanto para animais de produção. Atualmente, aproximadamente 100 diferentes produtos são comercializados ao redor do mundo. No Brasil, a área de Saúde Animal atua em duas unidades de negócios: Animais de Companhia (cães e gatos) e Animais de Produção (Aves; Suínos e Aquacultura e Bovinos).

No segmento de Animais de Companhia, a Bayer oferece soluções eficazes e práticas para a saúde e bem-estar dos pets. Os destaques são a linha Drontal®, com a qual a Bayer HealthCare conquistou a liderança no segmento de vermífugos, o antiparasitário Advantage® Max 3 que trata a infestação, previne doenças e protege a saúde dos cães, o  Advocate®com tratamento e proteção polivalente, e o vermífugo tópico para gatos Profender® SpotOn®, que combate os vermes adultos e larvas e garante uma aplicação sem estresse.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Projeto Medicão atua voluntariamente na área de terapia para humanos com o auxílio de animais
Equipe utiliza o potencial canino para promover a interação durante as visitas realizadas em hospitais, escolas, centro educacional para pessoas com deficiência e casa de repouso para idosos
        Difundir a alegria, auxiliar no tratamento de pacientes ou simplesmente desviar as preocupações diárias por alguns minutos. Estes são os pilares de atuação do Projeto Medicão Terapeuta Multidisciplinar, que, com o apoio de uma equipe composta por 20 profissionais voluntários e mais 20 cães de raças como Golden Retriever, Labrador, Bernese Mountain Dog, Poodle e até mesmo Sem Raça Definida, entre outros, mudam a rotina de lugares incomuns para a circulação de animais, como hospitais, escolas e asilos.
        O Projeto Medicão atua principalmente nas cidades de Campinas, Itu, Sorocaba e Piracicaba, todas no interior de São Paulo, visitando regularmente pacientes do Hospital Celso Pierro, crianças com câncer do Centro Infantil Boldrini e da Casa Ronald Mc Donald, pessoas com deficiência mental e física do Centro Educacional Integrado (CEI) e pacientes com deficiência visual do Instituto Pró-Visão. A equipe também atende a área pedagógica, com visitas aos estudantes do Colégio Provecto, e na geriátrica, com idosos da Casa de Repouso Recanto Feliz. Em Itu é realizada no Instituto de Cegos Maria Luiza, em Sorocaba, no Instituto de Cegos ASAC, já em Piracicaba, no Hospital Unimed.
        De acordo com Hélio Rovay Júnior, cinotécnico, adestrador de cães e idealizador do Medicão, o projeto promove a interação das pessoas com os animais, trazendo benefícios imediatos. “Não há nada mais recompensador do que ver uma criança se levantar de um leito hospitalar, ou um idoso que há muito tempo não interagia com as pessoas ao seu redor, sorrir e brincar com os animais durante a nossa visita. O ambiente visivelmente se modifica e deixamos ali uma mensagem de alegria e esperança”, comenta Hélio.
        A seleção dos animais que compõe a equipe é minuciosa, pois o cão precisa ter uma boa conduta, sem traços de agressividade, além de permitir afagos e até mesmo eventuais puxões nas orelhas e rabos. “O adestramento do animal precisa contemplar estas reações inesperadas, uma vez que podemos ser surpreendidos com uma interação exaltada durante as visitas”, afirma Hélio. Uma boa assepsia e acompanhamento veterinário também são essenciais, especialmente quando os animais circulam em ambientes hospitalares. Por isso, todos os cães recebem uma dieta específica e a aplicação de medicamentos contra parasitas, como pulgas e carrapatos, além de vermífugos, que os protegem contra a ação de vermes. A rotina no dia das visitas inclui um banho detalhista com produtos hipoalergênicos, que atuam na segurança tanto dos animais, quanto das pessoas com quem eles terão contato.
        A atuação do Projeto Medicão, assim como os cuidados que mantém os cães saudáveis é proporcionada a partir de parcerias com empresas como a Saúde Animal da Bayer HealthCare, que custeia despesas de uniformes, combustível e o tratamento veterinário necessário para o bem-estar dos pets. Além disso, o Medicão realiza palestras em todo o País para explicar o conceito da “cão-terapia” em universidades ou outras instituições interessadas, sendo a renda revertida para a manutenção do projeto. As palestras são ministradas por Hélio Rovay Júnior e, para mais informações, basta enviar uma mensagem para contato@projetomedicao.com.br. O projeto também mantém o site www.projetomedicao.com.bre a página “Medicão Brasil”, no Facebook.

Sobre a Saúde Animal, da Bayer HealthCare
Proteger os animais e beneficiar as pessoas. É com esta missão que a Bayer pesquisa e desenvolve desde 1919 produtos farmacêuticos e de higiene para uso veterinário tanto para animais de companhia, quanto para animais de produção. Atualmente, aproximadamente 100 diferentes produtos são comercializados ao redor do mundo. No Brasil, a área de Saúde Animal atua em duas unidades de negócios: Animais de Companhia (cães e gatos) e Animais de Produção (Aves; Suínos e Aquacultura e Bovinos).
No segmento de Animais de Companhia, a Bayer oferece soluções eficazes e práticas para a saúde e bem-estar dos pets. Os destaques são a linha Drontal®, com a qual a Bayer HealthCare conquistou a liderança no segmento de vermífugos, o antiparasitário Advantage® Max 3 que trata a infestação, previne doenças e protege a saúde dos cães, o  Advocate®com tratamento e proteção polivalente, e o vermífugo tópico para gatos Profender® SpotOn®, que combate os vermes adultos e larvas e garante uma aplicação sem estresse. 


Informações à imprensa
Cibele Pereira 
(11) 5694-5029 
 cibele.pereira@bayer.com 

terça-feira, 6 de setembro de 2011


Urgente! Mobilização contra extermínio de cães no Brasil

A Leishmaniose é uma doença séria e negligenciada pelas autoridades de saúde do Brasil,  cujas políticas públicas de extermínio de cães adotadas para o seu controle são antigas e ultrapassadas, além de antiéticas e ineficazes. Os cães vm pagando há anos com a vida, sem que isso tenha resultado positivo no controle dessa zoonose, até porque, gatos, cavalos, galinhas, porcos, ratos e outros animais, também são reservatórios da doença.

O deputado federal  Geraldo Resende propôs um Projeto de Lei (PL 1738/2011), que normatiza campanhas de esclarecimento, prevenção e vacinação gratuita contra leishmaniose,  bem como o direito de tratar os animais. Este PL está na  Comissão de Seguridade Social e Família, cujo relator é o Deputado Federal Luiz Henrique Mandetta.

Precisamos de uma mobilização geral para “Informar” ao relator, e demais membros da Comissão,  que  a matança obrigatória de cães infectados no Brasil é ineficiente, sendo praticada apenas em nosso país, onerosa aos cofres públicos, e que mascara a propagação dessa zoonose.

Vamos encaminhar ao Deputado Luiz Henrique Mandetta, e aos demais membros da Comissão (endereços abaixo), nossa solicitação pela aprovação do PL 1738/2011 do Deputado Geraldo Resende, que trará um efetivo avanço no controle dessa doença e na qualidade de vida dos brasileiros. E também,  que sejam realizadas Audiências Públicas, onde todas as partes interessadas sejam ouvidas, inclusive aquelas contrárias à política oficial de extermínio de animais. 

Esclarecendo e uniformizando as informações:

O controle da Leishmaniose Visceral Canina somente será realizado quando houver vontade política, investimentos sérios e comprometidos. Para isso, será preciso:
Campanhas permanentes sobre prevenção, como são feitas contra a dengue,  sempre voltadas para o controle do vetor. Nome sugerido: “Campanha Pró vida: animais e homens juntos contra a Leishmaniose”;
Controle populacional de cães e gatos, recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde), por ser ético e eficaz, já existindo Projeto de Lei aprovado pelo senado PL 4/ 2005
Distribuição de coleiras e retirada de impostos que incidem sobre elas e sobre outros repelentes contra o mosquito, por ser questão de Saúde Pública;
Controle do vetor- recomendado por estudiosos e pela OMS;
Regulamentação do tratamento através de um TAC- Termo de Ajustamento de Conduta, haja vista existirem trabalhos científicos sobre o assunto, e o Brasil não estar seguindo o Código Sanitário Internacional, do qual é signatário, onde deve estar incluso, inclusive, o direito à contraprova dos exames laboratoriais e permissão e regularização do Milteforan, medicação de uso exclusivo veterinário para tratamento da leishmaniose já utilizado nos países endêmicos;
Capacitação de agentes de saúde;
Curso de capacitação de veterinários como agentes de saúde para dar assistência às famílias de baixa renda;
Uso de vacinas e retirada dos impostos para que sejam aliadas nas ações preventivas contra o vetor;
Campanhas públicas, voltadas para o combate ao vetor, verdadeiro responsável pela disseminação da doença;
Educação ambiental incluída no currículo escolar;
Sejam disponibilizados recursos   para o controle do vetor da LV e educação em saúde, como é feito no combate à dengue.
Agora é a hora de   mostrarmos a nossa insatisfação, pressionando para que haja mudanças,  apoiando o PL 1738/2011, um verdadeiro avanço legislativo no combate à Leishmaniose Visceral Canina.
Juntos somos mais, então vamos trabalhar em prol dos animais. Vamos escrever e enviar essa solicitação a todos os nossos contatos. Essa é uma medida que requer urgência, pois o PL pode ser votado a qualquer momento.

ENDEREÇOS PARA CORRESPONDÊNCIA:
Quem tiver possibilidade, pode ligar para o gabinete do Relator, deputado Mandetta, fone:             61-3215-5577      

E-mails para contato: irão no próximo e-mail
Deputado Mandetta - dep.mandetta@camara.gov.br  
Deputado Geraldo Resende:  "Silvia" <dep.geraldoresende@camara.gov.br>, 
Com  cópia para:




Urgente! Mobilização contra extermínio de cães no Brasil

A Leishmaniose é uma doença séria e negligenciada pelas autoridades de saúde do Brasil,  cujas políticas públicas de extermínio de cães adotadas para o seu controle são antigas e ultrapassadas, além de antiéticas e ineficazes. Os cães vm pagando há anos com a vida, sem que isso tenha resultado positivo no controle dessa zoonose, até porque, gatos, cavalos, galinhas, porcos, ratos e outros animais, também são reservatórios da doença.

O deputado federal  Geraldo Resende propôs um Projeto de Lei (PL 1738/2011), que normatiza campanhas de esclarecimento, prevenção e vacinação gratuita contra leishmaniose,  bem como o direito de tratar os animais. Este PL está na  Comissão de Seguridade Social e Família, cujo relator é o Deputado Federal Luiz Henrique Mandetta.

Precisamos de uma mobilização geral para “Informar” ao relator, e demais membros da Comissão,  que  a matança obrigatória de cães infectados no Brasil é ineficiente, sendo praticada apenas em nosso país, onerosa aos cofres públicos, e que mascara a propagação dessa zoonose.

Vamos encaminhar ao Deputado Luiz Henrique Mandetta, e aos demais membros da Comissão (endereços abaixo), nossa solicitação pela aprovação do PL 1738/2011 do Deputado Geraldo Resende, que trará um efetivo avanço no controle dessa doença e na qualidade de vida dos brasileiros. E também,  que sejam realizadas Audiências Públicas, onde todas as partes interessadas sejam ouvidas, inclusive aquelas contrárias à política oficial de extermínio de animais. 

Esclarecendo e uniformizando as informações:

O controle da Leishmaniose Visceral Canina somente será realizado quando houver vontade política, investimentos sérios e comprometidos. Para isso, será preciso:
Campanhas permanentes sobre prevenção, como são feitas contra a dengue,  sempre voltadas para o controle do vetor. Nome sugerido: “Campanha Pró vida: animais e homens juntos contra a Leishmaniose”;
Controle populacional de cães e gatos, recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde), por ser ético e eficaz, já existindo Projeto de Lei aprovado pelo senado PL 4/ 2005
Distribuição de coleiras e retirada de impostos que incidem sobre elas e sobre outros repelentes contra o mosquito, por ser questão de Saúde Pública;
Controle do vetor- recomendado por estudiosos e pela OMS;
Regulamentação do tratamento através de um TAC- Termo de Ajustamento de Conduta, haja vista existirem trabalhos científicos sobre o assunto, e o Brasil não estar seguindo o Código Sanitário Internacional, do qual é signatário, onde deve estar incluso, inclusive, o direito à contraprova dos exames laboratoriais e permissão e regularização do Milteforan, medicação de uso exclusivo veterinário para tratamento da leishmaniose já utilizado nos países endêmicos;
Capacitação de agentes de saúde;
Curso de capacitação de veterinários como agentes de saúde para dar assistência às famílias de baixa renda;
Uso de vacinas e retirada dos impostos para que sejam aliadas nas ações preventivas contra o vetor;
Campanhas públicas, voltadas para o combate ao vetor, verdadeiro responsável pela disseminação da doença;
Educação ambiental incluída no currículo escolar;
Sejam disponibilizados recursos   para o controle do vetor da LV e educação em saúde, como é feito no combate à dengue.
Agora é a hora de   mostrarmos a nossa insatisfação, pressionando para que haja mudanças,  apoiando o PL 1738/2011, um verdadeiro avanço legislativo no combate à Leishmaniose Visceral Canina.
Juntos somos mais, então vamos trabalhar em prol dos animais. Vamos escrever e enviar essa solicitação a todos os nossos contatos. Essa é uma medida que requer urgência, pois o PL pode ser votado a qualquer momento.

ENDEREÇOS PARA CORRESPONDÊNCIA:
Quem tiver possibilidade, pode ligar para o gabinete do Relator, deputado Mandetta, fone:             61-3215-5577      

E-mails para contato: irão no próximo e-mail
Deputado Mandetta - dep.mandetta@camara.gov.br  
Deputado Geraldo Resende:  "Silvia" <dep.geraldoresende@camara.gov.br>, 
Com  cópia para:



Mobilização nacional contra o canicídio da leishmaniose - Ativismo - Notícias : Focinhos Gelados

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